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Ransomware (Sequestrador de dados): Por que, 2021 pode ser pior que 2020?

(Tempo médio de leitura: 4 minutos)

São tantas nomenclaturas, que a área de TI necessita de um dicionário novo. Para leigos do assunto, cabe relembrar que o “Ransomware” caracteriza por um ataque cibernético que “rouba dados”. Através da criptografia, ou seja, algoritmos que alteram a originalidade da informação. E para ter acesso aos dados, é exigido um pagamento.

Em 2020, tivemos diversos ataques que foram manchetes na imprensa mundialmente. Segundo o site Olhar Digital: – “ …As vítimas de novembro foram o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a desenvolvedora de games japonesa Capcom, que teve 1 TB de dados roubados. No início de dezembro um grupo atacou a Foxconn, que produz eletrônicos para as maiores empresas do planeta, entre elas a Apple e a Sony, e exigiu o pagamento de R$ 175 milhões em Bitcoins. …” (dezembro de 2020).

Um dos ataques mais recentes que ocorreu em 19 de janeiro deste ano, envolve o CPF (Cadastro de Pessoa Física), foram mais de 220 milhões de pessoas que tiveram seus dados pessoais acessados como: nome completo, data de nascimento, dados relacionados a veículos e também informações empresariais. A descoberta foi feita, pelo laboratório de segurança digital da empresa PSafe, desenvolvedora de aplicativos de segurança.

O Ambiente Home Office, foi uma alternativa encontrada pelas empresas de economizar custos de espaço físico e ações preventivas de saúde devido ao Covid-19. Contudo, mesmo com os equipamentos cedidos pela empresa, muitas pessoas estão tentando se adaptar com esta modalidade.

Uma das grandes dificuldades é prevalecer o foco e a indução de uso em aplicativos não corporativos. O Fato de estar num ambiente, que proporciona maior liberdade é o fator principal para distração e muitas vezes acaba “caindo” nos golpes.

Não é apenas o prejuízo de ficar horas sem trabalhar, até que o departamento de TI corrija as vulnerabilidades. Mas, informações confidenciais podem ser “vendidas” no mercado negro ou até mesmo alteradas dificultando a evolução do trabalho. A integração com dispositivos mobiles expõe em extremo risco, uma vez que contém finalidades pessoais, além de uso corporativo.

Você deve estar se perguntando: – Mas a única forma no momento é Home Office? O que fazer?

A empresa deve assegurar que há especialistas envolvidos, não apenas para instalação de aplicativos de segurança. Mas, capacitação para gestão eficaz e configuração corretas e atualizações contínuas.

Uma das soluções encontradas é o suporte 24×7 e monitoramento NOC (Network Operations Center), as empresas no momento da crise da Pandemia não tem como investir em profissionais especializados nesta área. Há grande sacada é terceirizar este serviço.

Uma equipe especializada, monitora a infraestrutura de TI da empresa remotamente. Ela realiza a gestão de eventos de TI, criando alertas de acordo com os ativos, além de mapear processos; entre muitos benefícios o que realmente chama a atenção é a criação de Scripts (instruções programadas) para estabilização de incidentes de maneira imediata. O interessante neste cenário, é que ao contratar uma empresa capacitada, ela conhece diversos produtos e pode indicar o mais adequado ao seu cenário. Além, de conhecer a diversidade e peculiaridade dos ataques.

A Tecnews.NET, tem uma solução própria para realização do monitoramento via NOC 24×7, tendo diversos cases de sucesso em empresas como Souza Cruz, Norsal, SHARK, Rede PRÓ, entre outras. Quer saber mais?

 

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